5ª edição · 2026 Dr. Thiago Naves

Arquitetura 
da 
Inteligência

Sua empresa já tem I.A. o que falta é arquitetura pra transformar o negócio. 


I.A. sem hype 

Anti-hype MCP Jornada do cliente Retorno real

O que significa estar conectado.

L.I.N.K. nasce de uma ideia simples: ninguém escala sozinho. Cada letra do nome é um pilar do que a gente constrói junto aqui — encontro, após, encontro, edição após edição.

L

Liderança

Tomar decisão com clareza, mesmo quando a tecnologia muda. Liderar começa por entender onde vale ou não vale investir.

I

Integrada

Tecnologia, operação, comercial, cliente — nenhuma decisão de IA se sustenta isolada. Tudo conversa, tudo se pluga.

N

Networking

Pessoas de setores diferentes enxergando o que ninguém enxerga sozinho. Comunidade onde a próxima ideia chega pela conversa.

K

Knowhow

Conhecimento testado em prática, com quem está fazendo. O que funciona, o que não funciona — e o que dá para começar agora.

encontro que faltava.

Alguns encontros mudam o rumo de tudo. Não porque o destino quis, mas porque alguém decidiu estar no lugar certo. É por isso que o L.I.N.K. existe.

Em 1976, dois rapazes chamado Tim. se encontraram em uma garagem na Califórnia. Em 1954, um vendedor conheceu os irmãos McDonald em San Bernardino. Em 2001, quatro caras trocaram figurinhas num festival em Liverpool.

Nenhum desses encontros estava no calendário do destino. Estavam no calendário de pessoas que decidiram estar no lugar certo.

Foi o que Benjamin Franklin fez aos 20 e poucos anos, quando percebeu que pensar sozinho levava suas ideias até um certo ponto — e depois elas começavam a girar em torno de si mesmas. Ele criou o Junto: um grupo semanal com uma única regra — ninguém está ali para provar que tem razão.

Foi dali que saiu a primeira biblioteca pública por assinatura da Filadélfia. O L.I.N.K. existe pela mesma razão.

Informação sempre foi fácil de encontrar. Difícil sempre foi encontrar um ambiente que transformasse a forma de pensar. E o L.I.N.K. é isso.

L
Abertura · 5ª edição
2026 · sábado de manhã

Quem subiu no palco desta edição.

Um dos maiores nomes de IA aplicada a negócios reais — com discurso anti-hype e mais R$ 200 milhões captados para projetos.

foto · evento

O convidado da 5ª edição

Dr. Thiago Naves

Doutor, professor e pesquisador. Líder de Inteligência Artificial na UTFPR e no LAMIA (Laboratório de Aprendizado de Máquina Aplicado à Indústria). Fundador da Minsk Consultoria. Em 2024, reconhecido pela Embrapii como projeto mais inovador do ano.

R$ 200M+ em captação R$ 150M+ em aceleração 600+ profissionais formados XP · BMW · iFood · Volkswagen · SEONC

Antes dos slides, os fatos.

Alguns dados que apareceram na palestra e que mudam a forma de olhar para qualquer projeto de IA.

1–2%

Retorno real

A parcela de projetos de IA que se pagam — o resto é "nice to have".

60mil

Agentes iFood

Espalhados na operação inteira. Só 2% deles trouxeram retorno substancial.

70%

IA-esponja

Das empresas brasileiras usam IA desconectada do contexto do próprio negócio.

40ferramentas

MCP no mínimo

É o padrão médio de um projeto Minsk hoje — quanto mais contexto, mais retorno.

A tese

Toda revolução tecnológica trouxe ferramentas. Mas negócio quem faz crescer, ainda é gente.

A eletricidade sozinha não construiu empresa. A internet sozinha não fechou negócio. A IA sozinha também não vai. O diferencial nunca foi a ferramenta — foi quem coloca a ferramenta a serviço de uma jornada real, dentro de um contexto real, para um cliente real.

Os momentos que ficaram do encontro.

Clique em cada card para abrir o detalhe. São os pontos que mais provocaram — anota o que faz sentido para o seu negócio.

01

Nice to have × Must to pay

Se o cliente diz "que legal", ele não paga.

A pergunta que separa um projeto de IA que gera receita de um que gera custo: seu cliente precisa disso, ou apenas acha bonito? "Legal" não vira fatura.

O objetivo é transformar o que era "nice to have" em must to pay — algo que entra na jornada dele de um jeito que ele não consegue mais sair. Quando o cliente diz "não consigo fazer sem isso", você virou o jogo.

💰 IA só gera receita quando modifica a jornada — não quando decora a plataforma.
02

A IA-esponja

70% das empresas usam IA desligada da operação.

Tem cérebro potente, mas não conecta com nada. Sem banco de dados, sem CRM, sem código, sem tickets. Só prompt e prompt e prompt — respondendo sempre do zero, genérico, sem contexto.

Prompt bonito não substitui contexto. Se sua IA não vê o seu banco, o seu código, o seu CRM e os seus tickets, ela nunca vai passar de assistente genérico — e assistente genérico não muda modelo de negócio.

🧽 "Todo mundo joga pra ferramenta um dado e faz um prompt. Isso é IA-esponja."
03

A métrica que ninguém quer olhar

Se você não mandou ninguém embora, não começou.

Provocação do Thiago com o Estado de Goiás (90 desenvolvedores). "Usando IA pra gerar código economizou quantas pessoas?" — Zero. "Então você não começou nada." Mais código sem menos gente = mais custo.

A leitura não é sobre demissão. É sobre metrificar retorno. Se a IA não tira trabalho de alguém, ou não libera essa pessoa para produzir algo novo, ela está apenas somando custo à sua planilha — não subtraindo.

📉 Retorno não se mede em velocidade. Se mede em jornada diminuída e capacidade liberada.
04

Os casos que viraram meme

McDonald's, Air Canada e o chatbot do Taco Bell que virou consultor de código.

O McDonald's desligou a IA do drive-thru após 3 anos: nuggets infinitos, sorvete com ketchup. O Air Canada respondia de memória, sem consultar a política real. E um cliente do Taco Bell conseguiu extrair código do chatbot de comida — porque não havia guardrail.

Todos os casos famosos de falha têm o mesmo diagnóstico: a IA não tinha acesso ao contexto real da empresa. Sem regras, sem base, sem eval gates, sem histórico de conversa. O erro só aparece na cara do cliente — quando já é tarde.

🍔 Um ano de logs de atendimento teria evitado 90% dos memes.

A palavra da palestra: MCP.

Model Context Protocol. É o protocolo que dá braços para o modelo — o jeito de conectar qualquer IA (OpenAI, Anthropic, Gemini) ao contexto real do seu negócio: banco, CRM, código, documentos, ticket, WhatsApp, Gmail.

// passo 01

Mapear

Escolher onde a IA vai ficar olhando. Banco, planilha, CRM, código, tickets, docs, WhatsApp. Sem limite. É o inventário do que existe.

// passo 02

Expor

Cada sistema vira uma "ferramenta" que a IA pode acessar quando precisar — como quem dá chave, mas com regra: só olha, ou olha e mexe.

// passo 03

Plugar

Você pluga o modelo em qualquer servidor ou até no cliente do seu cliente. Sua plataforma pode virar um MCP que outras IAs consomem.

O que a Minsk pluga em todo projeto.

O padrão é 40 ferramentas por projeto — no mínimo. Aqui os exemplos que apareceram na palestra. Clique nos filtros para separar.

Núcleo

Calculadora

A primeira ferramenta que a Minsk pluga em todo cliente. IA erra cálculo, gasta token à toa e libera desconto insano quando o cliente insiste. Uma calculadora Python resolve.

Núcleo

Roteador de chitchat

Não gaste token com conversa básica. Um codigozinho com condições responde os "oi", "quanto custa", "que horas abre" — a IA só entra quando precisa mesmo pensar.

Plataforma pronta

Banco / CRM / RP

Sua IA lê o CRM, vê como você prospecta, identifica leads mornos e — se você deixar — chama sozinha. Contexto de negócio, não achismo.

Plataforma pronta

WhatsApp · Gmail · Drive

MCPs já prontos das grandes plataformas. Sua IA lê e-mails, agenda, WhatsApp da empresa, docs no Drive — e ainda escreve de volta se você autorizar.

Núcleo

Repositório de código

Se a IA vê o seu código, ela escreve muito melhor. Aprende o padrão, respeita a arquitetura e para de sugerir gambiarra que quebra o próximo commit.

Núcleo

Guardrails & Eval gates

Os "portões" que o McDonald's e a Air Canada não tinham. Testes com casos reais de cliente antes de subir. Regras que impedem o chatbot de virar consultor de código.

Ideia boa sozinha não vai a lugar nenhum.
Ideia boa com a rede certa vai muito longe.

É por isso que a gente se reúne. Pra oxigenar ideias, conhecer quem sabe, trocar contatos — e sair na segunda-feira cheio de gás para fazer diferente.

Vamos conversar sobre o próximo passo?

Se o seu CNPJ está pronto para se tornar uma marca, fale com a abaca. 

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